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O FIM DO AIRBNB NOS STUDIOS POPULARES


O que muda para quem comprou?


Não demorou muito para o mercado de curta temporada dominar os apartamentos de habitação social, um fenômeno que explodiu nos studios das regiões centrais e que agora enfrenta sérias consequências. Muitas unidades HIS/HMP foram vendidas com a promessa de renda extra, na contramão do objetivo principal que é ampliar o acesso à moradia.


E por que isso importa?

Quem comprou dependendo do giro rápido do Airbnb se vê em um modelo de negócio proibido, com fortes restrições pela Câmara de São Paulo chegando até as plataformas de locação.


A REAÇÃO DOS BANCOS


Com o alto risco de desvio na destinação, os bancos rapidamente endureceram o financiamento desses apartamentos. O Bradesco suspendeu temporariamente as contratações, o Itaú limitou o crédito a unidades de vendedor PJ, e apenas o Santander mantém a aceitação dessas unidades para compradores que se enquadram na faixa de renda, utilização para moradia ou investimento em locação de longo prazo, pelo menos por enquanto.


O cenário hoje


De um lado, quem já é dono está tentando se ajustar na locação de longo prazo para manter a fonte de renda. Do outro, os compradores na planta estão vivendo um verdadeiro sufoco na hora do repasse, com menos disposição dos bancos em financiar.


Fato é que muita gente sabia.

E ainda vai rolar muita coisa sobre isso, pode apostar!


 
 
 

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